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Comunicação

Comunicação inclui produção, transmissão, recepção, interpretação e possibilidade de resposta.

Esta página reúne 9 verbetes diretamente relacionados. Os endereços antigos continuam válidos e conduzem à seção correspondente.

Som, visão, gesto, toque, vibração, eletricidade e mente.

Uma mensagem pode usar:

  • voz;
  • escrita;
  • gesto;
  • postura;
  • movimento;
  • cor;
  • vibração;
  • toque;
  • campo elétrico;
  • ritmo;
  • sinal mágico;
  • canal mental consentido.

Canal não é língua. Uma língua pode atravessar canais; um canal pode transmitir códigos de várias línguas.

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Infraestrutura ritual limitada e consentida.

A comunicação mental coletiva existe como infraestrutura limitada.

  • consentimento;
  • duração;
  • alcance;
  • finalidade;
  • encerramento verificável.

  • Renshatai;
  • emergência breve;
  • medicina;
  • pesquisa pública.

Nunca substitui voto, testemunho ou recurso documental. A rede não lê toda mente de uma cidade.

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Mensagens entre anatomias e capacidades diferentes.

Teku Apyka reúne corpos com capacidades sensoriais e motoras muito diferentes.

Uma mensagem pode combinar:

  • voz;
  • vibração;
  • postura;
  • movimento de membros;
  • cor ou brilho;
  • sinal químico;
  • contato;
  • inscrição;
  • tecnologia assistiva.

A tradução precisa identificar quais componentes são lexicais, gramaticais, afetivos ou contextuais.

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Voto, testemunho, arquivo e mandato.

Governo exige canais verificáveis.

  • mensagem oficial precisa de autoridade;
  • tradução deve registrar responsabilidade;
  • comunicação mental não substitui voto;
  • ordem dracônica não fala pela sociedade sem mandato;
  • representante escolhido não perde autonomia;
  • arquivo deve permitir recurso;
  • linguagem técnica precisa de acesso público suficiente.

Segredo operacional não pode eliminar toda possibilidade de responsabilização.

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Canal mental, registro e propriedade da informação.

Memória recebida não se torna propriedade do Estado, mediador ou pesquisador.

  • entrada forçada;
  • retenção de memória;
  • ampliação oculta de alcance;
  • uso de sofrimento como sinal;
  • impedimento de interrupção;
  • prova obtida compulsoriamente.

Em Kyronis, prova mental compulsória é contaminada e não pode fundamentar condenação.

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Perda, interferência e interpretação conflitante.

Falhas podem surgir por:

  • distância;
  • ambiente;
  • anatomia;
  • tradução;
  • perda de arquivo;
  • escrita incompleta;
  • interferência elétrica;
  • magia;
  • sinal falsificado;
  • memória degradada;
  • canal sem retorno.

Comunicação bem-sucedida exige possibilidade de confirmação, correção e dissenso.

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Ordem da Palavra Brilhante e inteligibilidade pública.

Nhe’ẽ Vera atua em:

  • diplomacia;
  • proclamação;
  • tradução multissensorial;
  • correio;
  • navegação;
  • inteligibilidade pública.

O ingresso exige mediação em situação real, tradução entre corpos distintos e juramento de acessibilidade pública.

A ordem autentica mensagens e tratados. Só fala por Teku Apyka quando recebe mandato expresso.

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Comunicação rápida em risco material.

Sistemas de emergência podem usar:

  • luz;
  • som;
  • cor;
  • padrão elétrico;
  • baliza;
  • gesto;
  • marca de dose;
  • mensagem de obelisco;
  • bandeira de porto;
  • aviso mágico.

Um sinal precisa indicar alcance, prioridade e ação esperada. Códigos incompatíveis entre regiões podem transformar auxílio em risco.

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Acessibilidade e equivalência entre anatomias.

Traduzir entre corpos diferentes exige mais que substituir palavras.

  • emissor sem aparelho vocal compatível;
  • receptor sem faixa auditiva;
  • postura impossível;
  • ritmo respiratório diferente;
  • escala corporal;
  • ausência de visão;
  • canais químicos;
  • memória ou vibração.

A tradução pode decompor a mensagem em funções e reconstruí-la por outros canais, declarando perdas.

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