Formação das sociedades atuais
As sociedades atuais não descendem de uma única linha uniforme.
Genealogia resumida
Seção intitulada “Genealogia resumida”- Tahyrat + Aputariit + Nunaqit + Mārū Iškarim → Tahyra;
- Kyoren + Mārū Iškarim → Kyronis;
- Itzamatl + Mārū Iškarim → Itzamar;
- Averni + Carvatii + Mārū Iškarim → Avernos;
- Ñalura sob Avernum Novum + Revolução → Nalura;
- Haimakéroi III + Haimótheoi → Senkara;
- Teku Apyka possui origem dracônica independente;
- Anšar foi um Estado no continente hoje chamado Zarqād.
Limite da genealogia
Seção intitulada “Limite da genealogia”Uma seta representa processo histórico, não reprodução simples. Formação nacional inclui conflito, casamento, comércio, rito, instituição, migração e mudança de nome.
Base canônica: genealogia material consolidada do Corpus Mestre.
Índice da compilação
Seção intitulada “Índice da compilação”Esta página reúne 7 verbetes diretamente relacionados. Os endereços antigos continuam válidos e conduzem à seção correspondente.
- Formação de Avernos
- Formação de Itzamar
- Formação de Kyronis
- Formação de Nalura
- Formação de Tahyra
- Senkara e Teku Apyka
- Zarqād e Anšar
Formação de Avernos
Seção intitulada “Formação de Avernos”Fusão de Averni, Carvatii e Mārū Iškarim sob uma monarquia antiga.
Avernos nasceu da fusão entre:
- Averni;
- Carvatii;
- Mārū Iškarim.
Antes de Avernos
Seção intitulada “Antes de Avernos”Averni e Carvatii eram aliados, mas não formavam um povo único.
Processo de fusão
Seção intitulada “Processo de fusão”A sociedade averniana surgiu gradualmente por comércio, casamento, convivência institucional e expansão de uma monarquia Averni sobre a formação nova.
A identidade levou cerca de um a dois séculos para se consolidar.
Dinastia
Seção intitulada “Dinastia”A primeira dinastia real veio de uma casa Averni. A dinastia atual descende dela por vários ramos. Na extinção do ramo principal, sucede o parente legítimo mais próximo.
Casa Ishkael
Seção intitulada “Casa Ishkael”A Casa Ishkael é uma casa nobre de arquivos e conhecimento. Não é a dinastia governante.
Desenvolvimento posterior
Seção intitulada “Desenvolvimento posterior”Séculos depois, a expansão averniana produziu colônias e a estrutura chamada Avernum Novum, cuja ocupação de Ñalura acabaria provocando a Revolução.
Base canônica: decisões autorais mais recentes sobre a formação e monarquia de Avernos.
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Formação de Itzamar
Seção intitulada “Formação de Itzamar”Integração de Itzamatl e Mārū Iškarim, concluída pela Naql-Irāṭl.
Itzamar formou-se da integração entre Itzamatl e comunidades Mārū Iškarim.
Contribuições Mārū
Seção intitulada “Contribuições Mārū”- sistemas de água;
- logística no deserto;
- administração;
- pesos comuns;
- registros comuns.
Identidade em crescimento
Seção intitulada “Identidade em crescimento”A identidade itzamariana não surgiu num único dia. Ela cresceu através da cooperação material entre comunidades, da administração de água e rotas e da combinação de tradições de vontade, fogo e sobrevivência.
Naql-Irāṭl
Seção intitulada “Naql-Irāṭl”A Naql-Irāṭl, o sacrifício de dois dragões, estabilizou os desertos e completou a formação de Itzamar como sociedade reconhecível.
Diversidade interna
Seção intitulada “Diversidade interna”A consolidação não eliminou diferenças entre norte, sul e centro. Itzamar continuou plural mesmo depois de adquirir unidade histórica e política.
Base canônica: Bíblia Material; decisões autorais sobre Itzamar e Naql-Irāṭl.
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Formação de Kyronis
Seção intitulada “Formação de Kyronis”Convergência de Kyoren e Mārū Iškarim em duas ou três gerações.
Kyronis deriva de Kyoren e dos Mārū Iškarim.
Kyoren, por sua vez, resultou da convergência de Shenjin e Kairin em torno de processos associados à eletricidade.
Contribuição Mārū
Seção intitulada “Contribuição Mārū”Os recém-chegados forneceram:
- escrita técnica;
- arquivo;
- administração;
- infraestrutura energética;
- sistemas logísticos.
Ritmo de formação
Seção intitulada “Ritmo de formação”A identidade kyroniana formou-se em aproximadamente duas a três gerações. Isso não significa assimilação instantânea: instituições comuns surgiram antes de todas as diferenças culturais desaparecerem.
Relação com a Naql-Irāṭl
Seção intitulada “Relação com a Naql-Irāṭl”Durante a Naql-Irāṭl, Kyronis ainda se encontrava em formação, ao contrário de Tahyra, que já possuía identidade consolidada.
Base canônica: genealogia material e decisões autorais sobre a segunda diáspora.
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Formação de Nalura
Seção intitulada “Formação de Nalura”Da tradição independente de Ñalura à sociedade revolucionária posterior ao ano zero.
Nalura não deriva das diásporas Mārū Iškarim. Sua história segue uma linhagem independente de povos fluviais, marítimos, agrícolas e costeiros.
Antes da Revolução, Ñalura já possuía redes de:
- rios e canais;
- portos;
- pontes;
- guildas;
- embarcações;
- agricultura;
- rotas comunitárias.
Ocupação colonial
Seção intitulada “Ocupação colonial”Avernum Novum capturou gradualmente a circulação:
- registrou portos;
- selou pontes;
- taxou aquedutos;
- licenciou barcos;
- transformou rotas antigas em contrabando;
- converteu infraestrutura comunal em instrumento imperial.
Revolução
Seção intitulada “Revolução”A Revolução não criou do nada uma sociedade. Ela reuniu rotas, sindicatos, comunidades, estaleiros, guardadores de ponte e redes de resistência numa transformação comum.
Depois da vitória, Ñalura tornou-se Nalura, sociedade revolucionária sem Estado central.
Base canônica: Bíblia Material; tradições naluranas do Manuscrito das Cinzas.
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Formação de Tahyra
Seção intitulada “Formação de Tahyra”Composição montanhosa, integração Mārū e consolidação secular.
Tahyra formou-se pela composição de tradições montanhesas e comunidades descendentes dos Mārū Iškarim.
Componentes históricos
Seção intitulada “Componentes históricos”- Tahyrat;
- Aputariit;
- Nunaqit;
- Mārū Iškarim.
Os primeiros Mārū integraram-se diretamente aos Tahyrat. A identidade tahyrana levou séculos para adquirir forma reconhecível.
Formação política
Seção intitulada “Formação política”A sociedade posterior organizou-se por vales, planaltos, cidades-obelisco e pactos de circulação. Nenhuma cidade isolada representa a origem ou a totalidade de Tahyra.
Tahyra é a grafia moderna. Taryha permanece variante histórica ou estrangeira.
Base canônica: genealogia material; decisões autorais sobre a primeira diáspora.
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Senkara e Teku Apyka
Seção intitulada “Senkara e Teku Apyka”Duas sociedades soberanas no antigo continente de Kišar com origens independentes.
Senkara e Teku Apyka compartilham o antigo continente de Kišar, mas não possuem a mesma origem.
Senkara
Seção intitulada “Senkara”Senkara formou-se pela associação entre:
- Haimakéroi III;
- Haimótheoi.
Haimótheoi não são uma etnia natural única. São pessoas de origens diversas transformadas por sangue divino e reunidas historicamente.
Teku Apyka
Seção intitulada “Teku Apyka”Teku Apyka é uma civilização dracônica. Dragões foram:
- a primeira linhagem pensante local;
- a primeira civilização local de Calimera;
- descendentes de vertebrados hexápodes aquáticos.
Portanto, Teku Apyka não pertence à genealogia Awérne ou iškariana.
Vizinhança histórica
Seção intitulada “Vizinhança histórica”A partilha continental produziu fronteiras, intercâmbio e conflito, mas não transforma uma sociedade em derivação da outra.
Base canônica: Bíblia Material; Atlas Dracônico de Teku Apyka.
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Zarqād e Anšar
Seção intitulada “Zarqād e Anšar”Distinção entre continente e país, catástrofe e remanescentes.
Zarqād é o continente. Anšar foi o país.
Essa distinção corrige versões antigas que tratavam Anšar como nome continental.
Anšar surgiu da corrente tecnológica de Iškar. Mais tarde, Anšaritas e Elû Anšarim separaram-se pacificamente.
Partida dos Elû Anšarim
Seção intitulada “Partida dos Elû Anšarim”Os Elû Anšarim redescobriram religião e magia, alcançaram as luas e partiram para o universo. Os Anšaritas permaneceram em Calimera.
Catástrofe de Zarqād
Seção intitulada “Catástrofe de Zarqād”Na era intermediária, Zarqād sofreu uma catástrofe seguida por quatro movimentos de assentamento.
Estão fixados:
- o estado majoritariamente abandonado ou inabitável;
- a existência de pequenos remanescentes;
- a presença de assentamentos posteriores;
- a sobrevivência de tecnologia anšarita em certos enclaves.
Permanecem abertos:
- mecanismo exato;
- autoria objetiva;
- data absoluta;
- identidade completa de todos os remanescentes.
Base canônica: Bíblia Material; Auditoria Global de Coerência Material.