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Era atual

A era atual é a Quarta Era.

Ela começou com o Apagamento em 289 d.R. O presente ocorre três meses depois.

A Quarta Era não começou com o colapso imediato das sociedades de Calimera. O planeta pouco mudou materialmente no curto prazo, mas o universo ao redor foi reconfigurado.

A maior parte das instituições ainda age como se estivesse na fase final da Era Humana. A diferença entre continuidade cotidiana e transformação cosmológica define o começo da Quarta Era.

Base canônica: Bíblia Material, seção 10.

Esta página reúne 2 verbetes diretamente relacionados. Os endereços antigos continuam válidos e conduzem à seção correspondente.

Situação temporal e política três meses após o Apagamento.

O presente editorial está em 289 d.R., três meses após o Apagamento.

  • Nalura vive uma paz revolucionária real, mas enfrenta risco de restauração colonial e sabotagem;
  • Avernos mantém poder industrial, mineral e imperial, sem recuperar o domínio efetivo sobre Nalura;
  • Tahyra controla sistemas de obeliscos que reorganizam as rotas;
  • Kyronis administra tensões entre seus polos e estruturas intermediárias;
  • Itzamar é governada pela Academia e conserva diferenças profundas entre norte e sul;
  • Senkara enfrenta decadência econômica relativa e crise de representação;
  • Teku Apyka protege sangue, memória e território contra apropriação;
  • Zarqād permanece fragmentado, irradiado e marcado por segredo histórico.

A escala cosmológica do evento não é pública. Rumores existem, mas não formam uma narrativa comum.

O site trata 289 d.R. como presente, salvo quando uma página declarar explicitamente outra época.

Base canônica: Bíblia Material; atlas regionais e municipais.

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Período vigente iniciado pelo Apagamento.

A Quarta Era começou quando o Apagamento reconfigurou o universo.

Textos antigos chamaram o período atual de Quinta Era. Essa leitura foi substituída. A designação canônica é Quarta Era.

Os primeiros três meses foram marcados por:

  • continuidade aparente da vida planetária;
  • interpretações religiosas do céu;
  • desconhecimento sobre a escala do evento;
  • investigações restritas de organizações cosmológicas;
  • manutenção das tensões políticas anteriores.

A era é nova cosmologicamente, mas ainda não é percebida como nova por quase toda a população. Estados, povos e instituições continuam operando estruturas herdadas, sem compreender o universo em que agora existem.

O efeito de longo prazo do Apagamento permanece histórico e narrativamente aberto. A Quarta Era não deve ser preenchida com consequências inevitáveis que o cânone ainda não fixou.

Base canônica: registro de retificações e cronologia material.

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