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Cronologia de Calimera

A cronologia de Calimera combina três tipos de informação:

  • datas aproximadas, sobretudo para os acontecimentos mais antigos;
  • ordem relativa firme, quando a sequência é conhecida sem ano exato;
  • datas convencionais, registradas a partir da Revolução de Nalura.

O presente é 289 d.R., três meses após o Apagamento.

Os acontecimentos anteriores a Iškar foram preservados por arquivos incompletos, memórias alteradas, tradições internas e reconstruções posteriores. Por isso:

  • c. significa cerca de;
  • faixas como “Era antiga tardia” não equivalem a um número exato;
  • a sequência pode estar fechada mesmo quando o ano permanece aberto;
  • uma data elegante não deve substituir uma incerteza canônica.

A história pode ser lida por:

  1. tempo cosmológico, medido por Ciclos e Domínios;
  2. tempo material, medido por sociedades, guerras, migrações e pelo calendário a.R./d.R.

Textos como o Manuscrito das Cinzas são fontes internas: podem conter percepção, ironia, omissão e erro. A Bíblia Material funciona como referência editorial externa da camada física. Decisões autorais posteriores corrigem ambas quando há conflito.

Base canônica: Bíblia Material de Calimera v1.11, seções 10–11; Auditoria Global de Coerência Material.

Esta página reúne 3 verbetes diretamente relacionados. Os endereços antigos continuam válidos e conduzem à seção correspondente.

Marcos consolidados da história de Calimera.

Data ou faixaMarco
c. 10.000 a.R.Guerra Hálware, cometa vermelho, apropriação tecnológica e formação de Iškar.
c. 9.980 a.R.Guerra civil de Iškar; morte e retorno de Šaharil; formação de Kišar, Anšar e Mārū Iškarim.
c. 9.000 a.R.Experimentos com Chamas das Almas artificiais, queda de Kišar e dispersões associadas.
Era antiga tardiaPartida dos Elû Anšarim; formação gradual das grandes nações e sociedades.
Era intermediáriaNaql-Irāṭl; consolidação de Itzamar; catástrofe de Zarqād; quatro movimentos de assentamento.
236 a.R.Ícaro adquire o Bar’Do Bardo.
Período colonialExpansão de Avernos e formação de Avernum Novum sobre Ñalura.
0 d.R.Revolução de Nalura e início convencional da revolução industrial mundial.
0–289 d.R.Fase final da Era Humana: paz revolucionária, obeliscos de Tahyra e reordenação das rotas.
289 d.R., três meses antes do presenteXamaztli tenta impedir o retorno de [...] e desencadeia o Apagamento. Começa a Quarta Era.
289 d.R., presenteTrês meses após o Apagamento.

Datas anteriores a Iškar são aproximações. A ordem dos acontecimentos é canônica, mas a atribuição de anos exatos continua aberta.

Base canônica: Bíblia Material de Calimera v1.11, seção 10.

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A Revolução de Nalura como origem do calendário a.R./d.R.

O calendário histórico atual usa a Revolução de Nalura como marco.

  • a.R. — antes da Revolução;
  • d.R. — depois da Revolução.

A Revolução não foi apenas uma troca de governo. Ela encerrou o domínio efetivo de Avernum Novum sobre Ñalura, reorganizou rotas comerciais, acelerou transformações industriais e alterou a relação entre as grandes sociedades.

O ano zero marca convencionalmente:

  • a vitória revolucionária;
  • o começo da Nalura atual;
  • o início convencional da revolução industrial mundial;
  • a passagem para uma nova ordem internacional.

O ano zero não é o começo do mundo, da humanidade ou da tecnologia. É uma convenção histórica de ampla circulação. Sociedades mantêm calendários religiosos, regionais e administrativos próprios.

O presente é 289 d.R.. Assim, a Revolução aconteceu há 289 anos na contagem internacional predominante.

Base canônica: Bíblia Material de Calimera v1.11, seção 10.

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Eras e períodos usados sem impor precisão falsa ao passado.

A história material não possui uma divisão universal aceita por todos os povos. Para navegação editorial, o site usa períodos amplos.

Abrange:

Abrange:

Período de formação gradual das grandes sociedades históricas. Não possui fronteiras anuais fixadas.

Inclui:

  • Naql-Irāṭl;
  • consolidação de Itzamar;
  • catástrofe de Zarqād;
  • movimentos de assentamento;
  • transformações que prepararam a ordem colonial.

Caracterizado pela expansão averniana e pela formação de Avernum Novum sobre Ñalura.

Vai da Revolução de Nalura ao Apagamento. É marcada por paz revolucionária, obeliscos tahyranos, reordenação das rotas e decadência relativa de Senkara.

Começa com o Apagamento, três meses antes do presente.

A antiga designação “Quinta Era” foi substituída. A versão vigente é Quarta Era.

Base canônica: cronologia material e registro de retificações do Corpus Canônico Mestre.

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