Fontes, transliteração e controle
- Autoridade de fonte
- Transliteração e grafia documental
- Nomes, títulos e endônimos
- Inspiração autoral e língua interna
- Controle de versões
Índice da compilação
Seção intitulada “Índice da compilação”Esta página reúne 5 verbetes diretamente relacionados. Os endereços antigos continuam válidos e conduzem à seção correspondente.
- Autoridade de fonte
- Controle de versões
- Inspiração autoral e língua interna
- Nomes, títulos e endônimos
- Transliteração e grafia documental
Autoridade de fonte
Seção intitulada “Autoridade de fonte”Como distinguir corpus, norma, atlas e texto interno.
Tipos de fonte
Seção intitulada “Tipos de fonte”- Bíblia Material: mapa comparativo e regras gerais.
- Corpus Dairvat: tradução integral e uso extensivo.
- Referência Completa do Dairvat RC3: norma gramatical.
- Compêndios religiosos: vocabulário ritual e notas linguísticas.
- Atlas regionais: uso institucional e comunicativo.
- Textos internos: evidência de registro, estilo e perspectiva.
Uma tradução em Dairvat demonstra capacidade expressiva. Não prova, sozinha, que todo conteúdo traduzido foi originalmente escrito nessa língua.
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Controle de versões
Seção intitulada “Controle de versões”Normas substituídas, reparos e estabilidade.
Uma referência linguística deve registrar:
- versão;
- data;
- regras substituídas;
- formas revogadas;
- status normativo;
- corpus de teste;
- lacunas.
No Dairvat, reparos posteriores substituem regras antigas. O RC3 fecha fonologia, ortografia e arquitetura gramatical, mas não foi promovido formalmente a “final 1.0”.
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Inspiração autoral e língua interna
Seção intitulada “Inspiração autoral e língua interna”Diferença entre matriz estética terrestre e história linguística de Calimera.
Algumas tradições foram criadas com matrizes terrestres:
- dracônica: matriz tupi-guarani;
- Tavakea: matriz proto-polinésia;
- Norðvarar: matriz setentrional;
- Itzamar: camadas mesoamericanas;
- outras famílias possuem raízes estéticas próprias.
Essas fontes existem no processo autoral, não dentro de Calimera. Personagens não falam “português”, “tupi”, “náuatle” ou “proto-polinésio” a menos que uma obra metalinguística externa esteja explicando a inspiração.
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Nomes, títulos e endônimos
Seção intitulada “Nomes, títulos e endônimos”Autônimos, exônimos, títulos e nomes próprios.
Endônimo e exônimo
Seção intitulada “Endônimo e exônimo”- endônimo: nome usado pela própria comunidade;
- exônimo: nome usado por outra comunidade.
Hálware é designação humana comparável a “bárbaros” para outros hominídeos e não deve ser presumida como autônimo biológico uniforme.
Títulos
Seção intitulada “Títulos”Títulos podem não marcar gênero ou podem carregar relações sem equivalente direto. No Dairvat, shenra designa autoridade ou soberano sem gênero gramatical obrigatório.
Não corrigir um endônimo para adequá-lo à ortografia estrangeira sem registrar a transformação.
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Transliteração e grafia documental
Seção intitulada “Transliteração e grafia documental”Representação de nomes e formas entre sistemas.
Três camadas
Seção intitulada “Três camadas”- forma na escrita de origem;
- transliteração técnica;
- forma integrada à língua receptora.
No Dairvat, uma forma integrada segue sua fonologia. A grafia-fonte pode permanecer em documentação ou citação.
Exemplo:
Ereshkitu: forma integrada;Ereškitu: grafia documental externa.
Nenhuma forma deve ser declarada original quando somente a transliteração está preservada.