Kīndari — Manutenção
Classificação: falso deus do Caos; deus primordial.
Domínio: Manutenção.
Nome empregado: Kīndari, segundo a tradição ishkariana.
Da natureza de Kīndari
Seção intitulada “Da natureza de Kīndari”Kīndari é continuidade funcional.
Aquilo que é criado precisa permanecer.
Uma estrutura não continua funcionando apenas porque foi corretamente construída. Sua existência prolongada depende de observação, correção, reparo e transmissão.
Da atividade sagrada
Seção intitulada “Da atividade sagrada”Pontes precisam ser examinadas.
Máquinas precisam ser reparadas.
Conhecimento precisa ser ensinado.
Corpos precisam ser cuidados.
Por isso a manutenção era considerada uma atividade sagrada na antiga Iškar.
Consertar uma ferramenta, preservar um arquivo, ensinar uma técnica ou impedir a ruína prematura de uma obra eram atos associados ao Domínio de Kīndari.
Dos três Operadores
Seção intitulada “Dos três Operadores”Banikīn estabelece uma nova configuração.
Kīndari impede que ela se perca apenas pela negligência, pelo desgaste ou pela interrupção de sua função.
Utaribni age quando a configuração chegou verdadeiramente ao fim e precisa ser desmontada ou devolvida.
Existe um provérbio ishkariano:
Banikīn recebe o nome gravado na obra.
Kīndari impede que a inscrição caia com ela.
Na fórmula dos Operadores:
Kīndari conserva.