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Banikīn — Criação

Classificação: falso deus do Caos; deus primordial.

Domínio: Criação.

Nome empregado: Banikīn, segundo a tradição ishkariana.

Banikīn é composição.

É fazer surgir uma configuração que antes não existia.

Uma cidade erguida.

Uma máquina construída.

Um encantamento criado.

Uma teoria formulada.

Banikīn não exige criação a partir do nada.

Criar é estabelecer uma nova ordem entre coisas que já podiam existir.

A matéria pode ser antiga.

As partes podem ter servido anteriormente a outras estruturas.

O conhecimento empregado pode ter sido herdado.

Ainda assim, quando essas partes passam a formar uma configuração que antes não existia, há Criação.

Banikīn é o primeiro dos três Operadores reconhecidos pela tradição ishkariana.

Ele compõe aquilo que Kīndari conservará e que Utaribni, quando sua configuração chegar ao fim, poderá devolver.

Banikīn e Utaribni não são inimigos. Criação e Destruição pertencem ao mesmo ciclo de organização, permanência e retorno.

Existe um provérbio ishkariano:

Banikīn recebe o nome gravado na obra.
Kīndari impede que a inscrição caia com ela.

Na fórmula dos Operadores:

Banikīn compõe.