Da ecologia
Ecologia estuda indivíduos, populações, comunidades, ecossistemas, paisagens, biomas e a biosfera.
Componentes
Seção intitulada “Componentes”- fatores bióticos;
- água, temperatura, salinidade, pressão, radiação e substrato;
- energia luminosa, química, térmica, elétrica ou mágica;
- dispersão, migração e isolamento;
- predação, herbivoria, parasitismo, mutualismo e competição;
- decomposição, filtração e engenharia de ecossistemas;
- perturbação, sucessão e colapso;
- sociedades, agricultura, cidades, rotas e guerra.
Magia é uma condição causal adicional. Ela não substitui fluxo de energia, matéria, custo ou história.
Índice da compilação
Seção intitulada “Índice da compilação”Esta página reúne 10 verbetes diretamente relacionados. Os endereços antigos continuam válidos e conduzem à seção correspondente.
- Biogeografia e corredores
- Ecologia mágica
- Ecologia urbana
- Energia e ciclos da matéria
- Fatores abióticos
- Modelos, hipóteses e medições
- Níveis de organização
- Perturbação, sucessão e colapso
- Populações e comunidades
- Relações ecológicas
Biogeografia e corredores
Seção intitulada “Biogeografia e corredores”Dispersão entre continentes, rotas e barreiras.
Corredores consolidados
Seção intitulada “Corredores consolidados”- Mar da Passagem: casco, lastro e aquicultura.
- Corredor Norðvarar: migração fria entre Itzamar e Tahyra.
- Obeliscos: sementes, esporos e parasitas.
- Hala Tavakea: pequenas introduções insulares.
- Antigo Kišar: mistura de história dracônica, Hivaros e sangue divino.
- Zarqād: microrganismos resistentes e materiais irradiados.
Espécies não devem ocorrer globalmente sem corredor, transporte ou história plausível.
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Ecologia mágica
Seção intitulada “Ecologia mágica”Magia como fator ambiental persistente ou episódico.
Magia pode alterar:
- disponibilidade de energia;
- metabolismo;
- mortalidade;
- comunicação;
- dispersão;
- desenvolvimento;
- sucessão;
- estabilidade de habitat.
Um ambiente mágico continua possuindo:
- entradas e saídas;
- limiares;
- custo;
- organismos favorecidos e prejudicados;
- risco de expansão;
- história.
Zonas mágicas não são ecologicamente ilimitadas.
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Ecologia urbana
Seção intitulada “Ecologia urbana”Cidades, minas, portos, obeliscos e organismos associados.
Ambientes urbanos criam nichos por:
- calor;
- água armazenada;
- resíduos;
- iluminação;
- redes elétricas;
- galerias;
- edifícios;
- transporte;
- cultivo;
- contenção.
Exemplos:
- fauna de túnel e fungos em Avernos;
- espécies de lastro em Uruaná;
- organismos aderentes em cidades-obelisco;
- eletrossensores em Kyronis;
- Hemomycotina urbanos em Itzamar.
Infraestrutura pode funcionar como habitat e corredor.
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Energia e ciclos da matéria
Seção intitulada “Energia e ciclos da matéria”Produção, consumo, decomposição e reciclagem.
Fontes de energia podem ser luminosas, químicas, térmicas, elétricas, orgânicas ou mágicas.
Energia atravessa sistemas e se dissipa. Matéria circula.
A decomposição:
- libera nutrientes;
- conecta morte e produção;
- alimenta detritívoros e fungos;
- pode ser limitada por frio, seca, radiação ou contenção mágica;
- não deve ser tratada apenas como corrupção.
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Fatores abióticos
Seção intitulada “Fatores abióticos”Água, calor, sal, eletricidade, pressão e radiação.
Fatores abióticos incluem:
- temperatura;
- disponibilidade e movimento de água;
- salinidade;
- luminosidade;
- pressão;
- relevo;
- composição atmosférica;
- substrato;
- minerais;
- campos elétricos;
- radiação;
- perturbações.
Eles interagem. Uma espécie tolerante ao calor pode depender de água abundante; uma linhagem radiotolerante pode falhar por déficit energético.
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Modelos, hipóteses e medições
Seção intitulada “Modelos, hipóteses e medições”Como interpretar índices ecológicos e redes modeladas.
O modelo de Teku Apyka usa índices relativos para:
- nível trófico;
- massa;
- habitat;
- engenharia;
- risco de cascata;
- risco fúngico;
- força de interação.
Índice de 0–100 não é quilograma, energia, densidade ou produtividade. As 453 interações são hipóteses canônicas testáveis, não observações completas de campo.
Modelos devem orientar amostragem e revisão, não substituir medição.
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Níveis de organização
Seção intitulada “Níveis de organização”Do organismo à biosfera.
- Indivíduo: resposta corporal e comportamento.
- População: abundância, reprodução, mortalidade e dispersão.
- Comunidade: populações coexistentes.
- Ecossistema: comunidade e ambiente físico.
- Paisagem: mosaicos, barreiras e corredores.
- Bioma: grande conjunto ecológico.
- Biosfera: todos os sistemas vivos de Calimera.
Uma conclusão válida em uma escala não se transfere automaticamente para outra.
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Perturbação, sucessão e colapso
Seção intitulada “Perturbação, sucessão e colapso”Resposta ecológica a cheias, fogo, guerra, magia e falhas de infraestrutura.
Perturbações incluem:
- cheia;
- seca;
- fogo;
- frio;
- radiação;
- tempestade;
- falha de obelisco;
- ruptura de dique;
- guerra;
- poluição;
- magia persistente;
- introdução biológica.
Sucessão não garante retorno ao estado anterior. Alguns sistemas mudam de regime, perdem funções ou passam a depender de manejo.
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Populações e comunidades
Seção intitulada “Populações e comunidades”Abundância, dinâmica, diversidade e estabilidade.
Populações
Seção intitulada “Populações”Analisar:
- tamanho;
- estrutura etária;
- distribuição;
- reprodução;
- mortalidade;
- migração;
- variabilidade;
- dependência de abrigo ou infraestrutura.
Comunidades
Seção intitulada “Comunidades”Diversidade não é apenas número de espécies. Inclui dominância, raridade, funções, conectividade e redundância.
Uma comunidade de baixa diversidade pode ser estável e especializada; uma comunidade diversa pode ser altamente vulnerável a uma conexão específica.
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Relações ecológicas
Seção intitulada “Relações ecológicas”Consumo, competição, facilitação e simbiose.
Uma rede ecológica pode incluir:
- predação;
- herbivoria;
- parasitismo;
- mutualismo;
- comensalismo;
- competição;
- saprotrofia;
- filtração;
- polinização;
- dispersão;
- facilitação;
- engenharia de ecossistemas.
A mesma relação pode mudar conforme fase de vida, estação, densidade, estado mágico ou disponibilidade de recursos.