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Senkara — religião e filosofia

  • O sangue testemunha vida, origem, mudança e ferida, mas não é a pessoa.
  • A tradição critica a confusão entre sinal corporal e valor moral.
  • A Veia descreve circulação e relação entre vivos, não uma substância eterna de identidade.
  • Transformações por sangue divino são fatos históricos e corporais, não prova automática de dignidade.
  • Funerais e ritos distinguem aquilo que permanece no sangue da pessoa que morreu.

Estas tradições são canônicas como crenças, textos, instituições e práticas. Uma cosmogonia interna não substitui automaticamente a cosmologia objetiva.