Morte e funerais
A morte objetiva encerra a pessoa. Tradições interpretam as consequências materiais, sociais e espirituais de modos diferentes.
| Tradição | Imagem ou prática dominante |
|---|---|
| Avernos | devolução do corpo à camada e leitura de vestígios |
| Nalura | desembocadura e retorno daquilo que fluiu |
| Itzamar | condução do calor, cinza e término da Irātl |
| Tahyra | busca do silêncio encontrado depois da nota |
| Kyronis | reintegração das relações sem continuidade da pessoa |
| Tavakea | Toenga e Te Vā Muri; respeito ao intervalo deixado |
| Norðvarar | entrega da última guarda |
| Senkara | distinção entre sangue remanescente e pessoa terminada |
| Teku Apyka | continuidade de obras, sangue e memória sem identidade |
| Iškar | forma funerária detalhada ainda não consolidada |
| Namar-Anšar | forma funerária detalhada ainda não consolidada |
| Zarqād | práticas variam entre os quatro povos e não formam rito continental único |
A lembrança, o sangue, o registro ou uma obra podem continuar. Nenhum deles é a pessoa morta.