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Continente de Nalura

Posição: sudoeste
Forma dominante: grandes bacias, sistemas fluviais, costas, serras e extensas matrizes terrestres
Ocupação política: Nalura e o sistema insular de Tavakea ao sul

A geometria do mapa físico canônico governa o contorno de Nalura, suas grandes reentrâncias, bacias e sistemas montanhosos. O antigo valor de 39 milhões de km² permanece como dado tabular legado em processo de reconciliação; ele serve como referência histórica, enquanto a forma autoral do mapa determina a geografia vigente.

Nalura possui nove unidades de grande escala, definidas pelo processo ecológico dominante:

  1. NLR-B01 — Várzeas e Rios de Nalura;
  2. NLR-B02 — Complexo Estuarino-Costeiro;
  3. NLR-B03 — Florestas Úmidas de Terra Firme;
  4. NLR-B04 — Complexo Palustre Interior;
  5. NLR-B05 — Complexo Lacustre dos Grandes Lagos;
  6. NLR-B06 — Complexo do Mar Interior de Tyrna;
  7. NLR-B07 — Complexo Montano Nalurano;
  8. NLR-B08 — Complexo Sazonal de Sotavento Nalurano;
  9. NLR-B09 — Complexo Tundrário Austral de Nalura.

A auditoria continental vigente encerra a arquitetura em nove grandes biomas. Ecótonos, cidades, agricultura, ruínas, fogo e infraestrutura entram como faixas ou sobreposições conforme seu processo e escala.

Ver os nove biomas em detalhe.

Tyrna é uma bacia marinha profundamente encaixada no continente e conectada às águas externas por um portal relativamente restrito. A tendência principal é uma circulação estuarina de duas camadas: água superficial relativamente menos salina escoa em direção ao portal, enquanto água marinha mais densa avança para o interior em profundidade. Plumas fluviais, baías, seiches, tempestades e diferenças de residência geram gradientes internos de salinidade, turbidez, oxigenação e produtividade.

Salinidade absoluta, amplitude de maré e batimetria permanecem variáveis quantitativas abertas.

  • recálculo da área continental a partir da geometria vigente;
  • polígonos finais de B03, B07, B08 e B09;
  • climatologia quantitativa;
  • batimetria e hidroquímica dos grandes corpos d’água;
  • nomes próprios dos dois Grandes Lagos;
  • distribuição taxonômica fina em parte dos biomas;
  • biomassa e densidades populacionais;
  • calendário hidrológico quantitativo do Undar.