Ecologia funcional de Hexapterygia
Ecologia funcional de Hexapterygia
Seção intitulada “Ecologia funcional de Hexapterygia”A ecologia de Hexapterygia deve ser lida em duas escalas complementares:
- a filogenia, que estabelece caracteres herdados e possibilidades corporais;
- o atlas funcional, que distribui gêneros por habitats, funções ecológicas, regiões e relações com outras formas de vida.
Base do modelo
Seção intitulada “Base do modelo”O atlas atual contém:
- 114 perfis funcionais, um para cada gênero terminal;
- matriz de habitat 114 × 9 regiões;
- 453 interações ecológicas modeladas;
- 72 táxons regionais adicionais de fauna e flora;
- integração com os 180 gêneros de Hemomycotina;
- programa de monitoramento;
- seis cenários de cascata ecológica.
Padrões gerais dos grandes ramos
Seção intitulada “Padrões gerais dos grandes ramos”Ichthyodraconia
Seção intitulada “Ichthyodraconia”Reúne radiações marinhas, costeiras e dulcícolas. Seus gêneros ocupam desde a superfície oceânica até ambientes abissais, recifes, sedimentos, rios, deltas, lagos e pântanos.
Eudraci
Seção intitulada “Eudraci”Apresenta a maior diversidade de soluções terrestres, aéreas e de retornos secundários à água. A condição sapiente impede reduzir seus nichos a uma função econômica ou ecológica fixa: dieta, ofício e habitat podem variar por população, ninho e região.
Filogenia não determina nicho completo
Seção intitulada “Filogenia não determina nicho completo”Caracteres herdados restringem e possibilitam modos de vida, mas não determinam sozinhos:
- dieta real de cada população;
- função econômica;
- comportamento social;
- densidade;
- relação com cidades;
- escolha de ofício entre pessoas sapientes.
Interações modeladas
Seção intitulada “Interações modeladas”As 453 arestas ecológicas constituem hipóteses canônicas testáveis. Elas organizam planejamento e narrativa, mas não devem ser apresentadas como relações causais já observadas em campo.
Cascatas ecológicas
Seção intitulada “Cascatas ecológicas”Os cenários de cascata servem para avaliar efeitos de:
- perda ou crescimento excessivo de populações;
- alteração de macrófitas, recifes e vegetação terrestre;
- mudanças na qualidade da água;
- ruptura de mutualismos;
- expansão de predadores;
- interferência em corredores migratórios.
Lacunas quantitativas
Seção intitulada “Lacunas quantitativas”Permanecem abertas:
- massa e biomassa;
- produtividade e consumo energético;
- densidade populacional;
- área ocupada;
- abundância exata por gênero;
- validação de campo das interações;
- diferenças ecológicas entre espécies internas de cada gênero.