Lithobionta
Lithobionta reúne seres vivos cuja organização biológica é fundamentalmente acelular. Seus organismos constroem crescimento, metabolismo, condução, reprodução, sensoriamento e interação com o substrato sem empregar a célula como unidade estrutural básica.
Estado editorial: a natureza acelular do grupo, sua arquitetura superior e a cadeia taxonômica de Scansolithus noetogeminus constituem o núcleo canônico. A árvore de 200 terminais já possui desenvolvimento operacional amplo, mas a maior parte de sua nomenclatura genérica permanece em revisão e não deve ser confundida com taxonomia definitivamente canonizada.
Arquitetura superior
Seção intitulada “Arquitetura superior”A classificação superior canônica divide Lithobionta em dois grandes ramos:
- Protolithia;
- Eulithia.
Protolithia contém:
- Montilithomorpha;
- Corticilithomorpha.
Eulithia contém:
- Radiolithomorpha;
- Prismatolithomorpha;
- Clastolithomorpha;
- Pyrolithomorpha.
Essa arquitetura funciona como esqueleto taxonômico de referência. Expansões posteriores devem encaixar caracteres e nomes na topologia aceita, preservando as relações de parentesco já estabelecidas.
Um táxon de referência
Seção intitulada “Um táxon de referência”A cadeia de Scansolithus noetogeminus permanece oficial:
Lithobionta → Eulithia → Prismatolithomorpha → Arthroinanolithophora → Gyroinanolithea → Diplosomatolithina → Scansolithales → Scansolithoidea → Scansolithara → Scansolithus → Scansolithus noetogeminus.
Esse táxon serve como uma das âncoras nomenclaturais e morfológicas para a expansão de Lithobionta.
Árvore de 200 terminais
Seção intitulada “Árvore de 200 terminais”O cladograma de trabalho possui 200 terminais. A leitura operacional atual distribui 108 em Eulithia e 92 em Protolithia. Os 200 terminais já receberam nomes de trabalho ao longo dos checkpoints recentes, permitindo abandonar progressivamente os antigos rótulos taxon N em análises internas.
Essa resolução operacional não equivale a canonização automática de todos os nomes. A auditoria nomenclatural mais recente mantém Scansolithus e S. noetogeminus intactos e submete grande parte dos demais gêneros a manutenção, revisão ou substituição antes de um congelamento taxonômico amplo.
Critério de desenvolvimento
Seção intitulada “Critério de desenvolvimento”Os caracteres usados para sustentar os clados devem surgir da própria biologia acelular: arquitetura mineral, condução interna, metabolismo, crescimento, reprodução, sensoriamento, motilidade, articulação e interação com o substrato.
Semelhança geométrica isolada ou aparência mineral não basta para estabelecer parentesco. A árvore deve combinar topologia, homologia e diagnóstico biológico.
Limites atuais
Seção intitulada “Limites atuais”Cronologia absoluta, comprimentos de galho, registro fóssil, paleobiogeografia e a matriz morfológica transversal continuam como frentes posteriores ou em desenvolvimento. O site apresenta a arquitetura canônica e registra a árvore de 200 terminais como ferramenta de pesquisa, preservando a fronteira entre estrutura oficial e nomenclatura ainda em auditoria.