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Origem e cronologia de Hexapterygia

A cronologia de Hexapterygia está fixada de forma relativa. Enquanto Calimera não possuir uma escala geológica própria, não devem ser atribuídas datas numéricas artificiais às divergências.

No final da Primeira Era, uma única população costeira de peixes de nadadeiras lobadas entrou em contato com sangue divino. A mutagênese caotônica hereditária e a duplicação da região peitoral originaram Hexapterygia.

Ainda na transição entre as eras:

No começo da Segunda Era surgiram:

Arkidraco é o gênero vivente mais antigo da radiação terrestre.

Neoeudraci dividiu-se em:

No ancestral de Metadraconia ocorreu a perda funcional do Par I e o surgimento de um segundo coração.

Durante a Segunda Era, Mesodraconia conservou os pares II e III, enquanto Didraconia perdeu o Par II.

Nesse intervalo multiplicaram-se soluções independentes de:

  • voo e planagem;
  • gigantismo;
  • simbiose;
  • magia corporal;
  • especializações locomotoras e sensoriais.

Linhagens marinhas tornaram-se cosmopolitas, Potumidraconia ocupou bacias interiores e grupos eudracos alcançaram os continentes habitáveis. Retornos secundários à água pertencem a essa fase ampla.

Uma linhagem de Limnodraconoidea recebeu nova exposição ao sangue divino. Dessa ruptura derivaram Cryodraconidae e, no ramo mais transformado, Aetheridraco.

O segundo contato explica em Aetheridraco:

  • sapiência independente;
  • magia divina inata;
  • transformações corporais extremas;
  • voo inteiramente mágico.

A consolidação de Teku Apyka ocorreu depois dessas radiações. Estados, religiões e instituições não definem nós biológicos e não devem ser projetados retroativamente sobre a árvore.