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Reticulomycetidae

Nível taxonômico: subclasse.

Classe: Kinesomycetes.

Gêneros: 19.

Ordens: 2.

Reticulomycetidae expandiu a malha contrátil de Kinesomycetes até transformá-la no principal eixo do corpo.

O organismo pode formar redes capazes de:

  • distribuir tensão;
  • transportar micolinfa;
  • integrar superfícies;
  • alterar porosidade;
  • crescer em várias direções;
  • abandonar partes antigas;
  • deslocar-se por crescimento e degeneração.

Foraminoreticulales preserva a condição mais basal da subclasse.

Seu corpo forma tecidos vazados e redes abertas.

Os espaços entre os ramos permitem:

  • circulação de água;
  • circulação de ar;
  • passagem de pequenos organismos;
  • filtração;
  • troca entre superfícies.

A rede permanece reconhecível como conjunto de linhas conectadas.

Pannoreticulales desenvolveu tapetes mais fechados.

A multiplicação e aproximação dos ramos produz superfícies contínuas ou quase contínuas.

A ordem possui quatro famílias principais:

Formas superficiais e pequenas.

Formas subterrâneas organizadas em camadas.

Grandes redes capazes de conectar árvores, fungos e outros substratos.

Formas que migram por crescimento dianteiro e degeneração posterior.

O deslocamento reticulomicético não exige pernas, cílios ou corpo central.

Uma rede pode mudar de posição por:

  1. crescimento em uma direção;
  2. transferência de recursos;
  3. reorganização da malha;
  4. degeneração da região posterior.

Redes conectadas podem levantar problemas sobre os limites do indivíduo.

Ainda é necessário distinguir:

  • organismo único;
  • colônia;
  • fusão temporária;
  • rede clonal;
  • associação entre linhagens;
  • contato sem integração.

Reticulomycetidae não ocupa apenas um ponto.
Ocupa relações entre pontos.