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Vasculomycetidae

Nível taxonômico: subclasse.

Classe: Cruoromycetes.

Gêneros: 32.

Ordens: 3.

Vasculomycetidae desenvolveu sistemas capazes de acompanhar, ocupar, imitar ou reparar canais de transporte.

Suas linhagens relacionam-se a:

  • vasos sanguíneos;
  • ductos;
  • pseudovasos;
  • sistemas de floema;
  • raízes;
  • fluxos internos;
  • circulação de nutrientes.

Angiomycetales especializou-se em vasos.

Suas formas podem:

  • revestir paredes;
  • acompanhar circulação;
  • formar redes paralelas;
  • alterar permeabilidade;
  • reparar pequenas rupturas;
  • produzir obstruções.

Ductomycetales ocupa canais que transportam substâncias específicas.

Esses canais podem conduzir:

  • secreções;
  • nutrientes;
  • fluidos digestivos;
  • material reprodutivo;
  • resíduos;
  • ar.

A geometria do ducto condiciona o crescimento do organismo.

Rhizovasculales relaciona-se a raízes e sistemas vegetais de transporte.

Inclui formas capazes de:

  • acompanhar floema;
  • interligar raízes;
  • formar pseudovasos;
  • reparar canais;
  • redirecionar fluxo;
  • conectar tecidos vegetais e micóticos.

Algumas linhagens podem reconstruir continuidade de fluxo por meio de pseudovasos.

Um pseudovaso pode:

  • contornar uma lesão;
  • sustentar transporte temporário;
  • integrar tecido hospedeiro;
  • permanecer como estrutura simbiótica.

O mesmo organismo capaz de reparar um vaso pode, em outro contexto:

  • obstruí-lo;
  • alterar pressão;
  • desviar nutrientes;
  • disseminar-se;
  • impedir regeneração normal.

Vasculomycetidae evoluiu dentro dos caminhos pelos quais a matéria atravessa um corpo.