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Hemogymnospermae

Hemogymnospermae é um filo monofilético cuja coroa remonta a aproximadamente 380 Ma. Sua origem pertence à história profunda da alteração por sangue dracônico no sistema proto-kišariano e antecede em centenas de milhões de anos o evento de Hivaros em Remora.

Estado editorial: o núcleo vivente de 180 gêneros e sua estrutura superior são canônicos. O conjunto integrado de 339 terminais reúne esse núcleo a camadas fósseis e Hivaras que conservam estatuto operacional quando ainda não receberam canonização própria.

O plano corporal hemogimnospérmico combina hidráulica vegetal ativa, mineralização viva e motricidade fitomuscular:

  • bombas ativas no xilema e no floema;
  • xilema vivo e mineralizado;
  • fitomiócitos contráteis;
  • seiva mineralizada, com ferro e magnésio entre seus componentes marcantes;
  • absorção ativa de água e sais pelas raízes;
  • captação foliar de água;
  • circulação que combina gradientes passivos e bombeamento fisiológico.

O núcleo vivente possui:

  • 180 gêneros;
  • 2 subfilos;
  • 4 classes;
  • 8 ordens;
  • 16 famílias.
  • Kinetoxylophytina — a contratilidade vascular expande-se para a motricidade corporal;
  • Rheoxylophytina — os fitomiócitos permanecem especializados sobretudo na circulação e na estabilidade interna, enquanto movimentos corporais posteriores possuem origens próprias.

Classe I — contração rápida. Fitomiócitos de resposta rápida formam a inovação central. Câmaras internas armazenam oxigênio para picos de atividade, e um sistema sensorial simples deriva do tecido contrátil periférico.

Classe II — armazenamento elástico. Células especializadas acumulam energia mecânica. A arquitetura alcança as estruturas reprodutivas, com dispersão de sementes por tensão acumulada, e sustenta defesas mecânicas diferenciadas contra herbivoria.

Classe III — integração eletrovascular. Uma malha sinalizadora interna conduz impulsos elétricos e utiliza fitotransmissores. Parte das células perde secundariamente a parede, as camadas externas tornam-se mais mineralizadas e um meristema periférico participa do reparo.

Classe IV — circulação dodecameral. Doze câmaras contráteis interligadas organizam o bombeamento. O fluido circulatório emprega pigmentos porfirínicos associados a magnésio e ferro, e glândulas hormonais integram a regulação do sistema.

A auditoria nomenclatural v1.4 foi aprovada integralmente em 14 de agosto de 2026. Os 180 nomes genéricos revisados constituem a nomenclatura canônica; identificadores como taxon N permanecem apenas como referências técnicas à árvore de trabalho original.

A filogenia global de trabalho reúne 339 terminais. Ela integra os 180 gêneros viventes canônicos a fósseis, subfósseis e linhagens Hivaras utilizadas para testar tempo, paleobiogeografia e transformação posterior.

A bênção de Hivaros entrou posteriormente em seis linhagens independentes já situadas dentro de Hemogymnospermae. Essas entradas não fundam o filo, não transformam as plantas Hivaras em um clado único e não alteram a topologia superior apenas por compartilharem a mesma história divina.

Números de ocorrência regional, adequabilidade, reconstruções de dispersão e posições de fósseis permanecem técnicos quando o respectivo checkpoint os identifica como operacionais. O cânone vivente e o modelo paleontológico podem coexistir na mesma matriz sem receber o mesmo estatuto editorial.

Ver o dossiê filogenético de Hemogymnospermae.