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Objetos divinos

Os sete objetos procuram pessoas quebradas capazes de encarnar sua contradição. Poder e custo são inseparáveis.

Martelo, Cinzel, Miniatura de Vectis e Relógio possuem graus diferentes de consolidação. O arquivo não transforma propostas de portador em decisões autorais.

Esta página reúne 3 verbetes diretamente relacionados. Os endereços antigos continuam válidos e conduzem à seção correspondente.

Objeto divino que corrige e apaga memórias ligadas ao próprio roubo.

O Cálice é portado por Isorath, Supremo Juiz de Avernos.

Ele corrige e apaga memórias relacionadas ao roubo que o colocou nas mãos de Isorath. O efeito ameaça apagar o vínculo do portador com seu amigo de Nalura e converter uma identidade complexa em função sem biografia.

O arquivo ainda não consolida a história integral do roubo nem uma lista fechada de capacidades.

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Objeto divino da Morte portado por Valis.

Estado canônico: aberto em detalhes. Associação e portador são firmes; forma, origem e capacidades completas ainda não estão consolidadas.

A Foice é o objeto divino de Requies. Seu portador conhecido é Valis, o Mago da Morte.

O vínculo aproxima Valis de Requies e participa da continuidade impossível de seu corpo enxertado. O arquivo não atribui à Foice poderes específicos além do que as fontes sustentam.

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Objeto divino de Genetor portado por Tavi.

A Semente da Melancolia está associada a Genetor e é portada por Tavi.

Seu efeito consolidado é inseparável da condição de Tavi: ela morre e retorna. O retorno não apaga a experiência, a perseguição ou o custo da morte.

Questão aberta: alcance, vontade própria e limite final da Semente ainda não foram consolidados.

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