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Magia de sangue e magia emprestada

A magia emprestada e a magia de sangue descrevem modos de acesso ou suporte, não formas fundamentais do Verbo.

Surge de pactos com seres capazes de:

  • formular magia;
  • conceder acesso a fórmulas;
  • sustentar parte do custo;
  • permitir o uso de um objeto ou relação divina;
  • emprestar Potência ou autoridade operacional.

O pacto não transforma automaticamente o usuário em divindade e não converte toda operação em manifestação direta de Domínio.

O sangue pode carregar:

  • estrutura biológica;
  • genealogia;
  • Potência;
  • relações com Domínios;
  • marcas de transformação;
  • acesso a fórmulas preservadas corporalmente.

A magia de sangue continua entre as práticas menos compreendidas. Dragões preservam parte importante desse conhecimento.

Sangue de origem divina pode permitir operações que a Academia classifica como Magia Divina. Ainda assim, é necessário distinguir:

  • o sangue como componente;
  • o sangue como fonte de Potência;
  • uma manifestação de Domínio;
  • uma fórmula do Verbo.

Base canônica: Manuscrito das Cinzas, seção 4.5; classificação acadêmica.